QUINTA INSTRUÇÃO

A SIMBOLOGIA DOS NÚMEROS

Grau de Aprendiz:1–2– 3- 4

Ven∴ – Meus llr∴, vamos dar a última instrução do grau de Aprendiz. Depois de conhecido o Painel da Loja, isto é, a forma como deveis proceder para galgar os degraus da escada que, futuramente, há de transportá-lo do plano físico ao plano espiritual, o aprendiz recebeu três outras instruções, que Ihe puseram ao corrente dos símbolos e emblemas, concernentes ao seu grau.
Nesta quinta instrução, completará os conhecimentos de que necessita para caminhar avante na trilha que encetou, ficando de posse do conhecimento da simbologia dos quatro primeiros números: 1 – 2 – 3 – 4, pelos quais verá que, além do seu valor
intrínseco, representam verdades misteriosas e profundas, ligadas intimamente à própria simbologia das alegorias e emblemas que, todas as vezes que penetrar nos
Templos Maçônicos, se patenteiam à sua vista.
Tendes a palavra, Ir∴ Orador.

Orador – De certo já tendes reparado, meus llr∴, na coincidência que representam a bateria, a marcha e a idade do aprendiz maçom.
Todas encerram o número três:
Três pancadas, para a bateria;
Três passos, para a marcha, e Três anos, para a idade.
Como vedes, o número três é primordial no grau de aprendiz e, se este quiser realmente estar em condições de passar a companheiro, deve estudar cuidadosamente as propriedades desse número, seja nas obras dos pitagóricos, seja na Cabala numérica, seja ainda nas obras de arquitetura e arqueologia iniciáticas, de Vitrúvio e outros.
É de toda a conveniência que o maçom “especulativo” não se desinteresse dessa parte do Ensino Iniciático, sobretudo se ele tiver o legítimo desejo de compreender qualquer coisa da Arquitetura da Idade Média e da Antiguidade e, em geral, das grandes obras concebidas e executadas pelas Ordens de Companheiros- Construtores.
O emprego dos números, sobretudo de alguns números, em todos os monumentos conhecidos, é muito freqüente, para que se creia que só o acaso os tenha produzido.
E, nisso, a História vem em nosso auxílio.
Todos os povos da Antiguidade fizeram um uso, todo emblemático, todo simbólico, dos números e das formas e, em geral, do número e da medida.
A obra moderna do sábio astrônomo francês, o Abade Moreax,“Ciência Misteriosa dos Faraós” nos constata de um modo absoluto, provando á evidência que as dimensões, orientação e forma da pirâmides, obedecem a razões poderosíssimas, pois elas encerram, além de outras verdades (provavelmente ainda não encontradas), a direção do Meridiano Terrestre, o valor entre a circunferência e seu raio, a medida de peso racional (a libra inglesa), etc, e até a distância aproximada da Terra ao Sol.
Todos os povos da Antiguidade tiveram um sistema numérico, ligado intimamente à sua religião e ao seu culto. E este fato é o resultado da ideia que então se fazia do mundo, ideia segundo a qual a matéria é inseparável do espírito, do qual exprime a imagem e a revelação.
Enquanto a matéria for necessariamente à forma e a dimensão, enquanto o mundo for uma soma de dimensões, existirá o número, e cada coisa terá seu número, do mesmo modo que sua forma e dimensões.
Há números, entretanto, que parecem predominar na estrutura do mundo, no tempo e no espaço e que formam, mais ou menos, a base fundamental de todos os fenômenos da natureza.
Esses números foram sempre tidos como sagrados, pelos antigos, como representando a expressão da ordem e da inteligência das coisas, como exprimindo, mesmo, a própria divindade.
Com efeito, se supusermos que as coisas materiais são apenas um invólucro que cobre o invisível, o imaterial, se as considerarmos somente como símbolos dessa imaterialidade, com mais forte razão os números, concepção puramente abstrata, poderão ser considerados sagrados, pois que eles representam, até certo ponto, a expressão mais imediata das Leis Divinas (que são as Leis Naturais), compreendidas e estudadas neste Mundo.
Vê-se, pois, que os números se prestam facilmente a tornarem-se símbolos, figuras das ideias simples e de suas relações; e toda a doutrina das relações morais e de ligação indestrutível com o mundo material, isto é, a filosofia, foi sempre exposta por um sistema numérico e representada por números. A China, a India, a Grécia (mesmo antes de Pitágoras) conheceram e empregaram a “Ciência dos Números” e seu simbolismo é, em grande parte, baseado nessa ciência.

O NÚMERO UM

O número um, a unidade, é o princípio dos números, mas a unidade só existe pelos outros números. Todos os sistemas religiosos orientais começaram por um ser primitivo…; e, conquanto esta abstração não tenha positivamente uma existência real, tem
contudo um lado positivo, que atormenta suscetível de uma existência definida: o que os antigos denominavam Pothos, isto é – o desejo ou ação de sair do absoluto, a fim
de entrar no real – (para nós quer dizer: concreto).
Nos sistemas panteístas, nos quais a divindade é confundida, como unidade, com o todo, ela tem o nome de unidade.
A unidade não é compreendida senão por efeito do número dois; sem este, ela se torna idêntica ao todo, isto é, se identifica com o próprio número.
A natureza do número dois, em sua relação com a unidade, representa a divisão, a diferença.

O NÚMERO DOIS

O número dois é o número terrível, o número fatídico.
É o símbolo dos contrários e, por conseqüência, da dúvida, do desequilíbrio e da contradição.
Para mostrar isso, tomemos o exemplo concreto de uma das sete ciências maçônicas: – A Aritmética.

2 + 2 = 2 X 2

Até na matemática, o número dois produz confusão, pois ao vermos o número 4 (que mais adiante estudaremos) ficamos na dúvida, se ele é o resultado da combinação de dois números dois, pela soma ou pela multiplicação, o que não se dá, em absoluto,
com outro qualquer número.
Ele representa – o Bem e o Mal – a Verdade e a Falsidade – a Luz e as Trevas – a Inércia e o Movimento – , enfim, todos os princípios antagônicos, adversos. Por isso, representava, na antiguidade, “o Inimigo”, símbolo da Dúvida, quando nos assalta o espírito.
O Aprendiz não se deve aprofundar no estudo deste número porque, fraco ainda de cabedal científico das nossas tradições, pode enveredar pelo caminho oposto ao que deveria seguir.
Esta é ainda uma das razões, pela qual o aprendiz é guiado nos seus trabalhos iniciáticos: – a sua passagem pelo número – 2 – que é, duvidoso, traiçoeiro, fatídico-, pode arrastá-lo ao abismo da dúvida, do qual só sairá se o forem buscar.

O NÚMERO TRÊS

A diferença, o desequilíbrio, o antagonismo que existem no número dois, cessam, repentinamente, quando se lhe ajunta uma terceira unidade. A instabilidade da divisão ou da diferença, aniquilada pelo acréscimo de uma terceira unidade, faz com que, simbolicamente, o número três se converta, também, numa unidade.
Porém a nova unidade não é uma unidade vaga, indeterminada, na qual não houve intervenção alguma; não é mais uma unidade idêntica com o próprio número, como acontece com a unidade primitiva; é uma unidade na qual se interveio, e que absorveu e eliminou a unidade primitiva, verdadeira, definida e perfeita. Foi assim que se formou o número três. Ele se tornou a unidade da Vida, do que existe por si próprio, do que é perfeito.
Eis aí porque o neófito vê, no Or∴, o Delta Sagrado, luminoso, emblema do “Ser” ou da “Vida”, no seio do qual brilha a letra IOD, inicial do Tetragrama IEVE. Ramée assim explica: “O Triângulo, entre as superfícies, é a forma que corresponde ao número três, e tem a mesma significação deste. Assim como o número três é o primeiro número completo, da série numérica, do mesmo modo o triângulo o é entre todas as formas. Porque o ponto e a linha, por si sós, são coisas imperfeitas e são necessárias três dimensões para que um objeto tenha forma, esteja completo“.
O triângulo, conquanto composto de 3 linhas e 3 ângulos, forma um todo completo e indivisível.
Todos os outros polígonos se subdividem em triângulos e são compostos de triângulos. Estes são, pois, o tipo primitivo que serve de base à construção de todas as outras superfícies, e é por esta razão ainda que a figura do triângulo é o símbolo da existência da divindade, bem como da sua “potência produtiva” ou da Evolução.
Quando o novo iniciado abre os olhos à Luz da Verdade, ele nada encontra, no Templo, que se relacione, simbolicamente, com o número um; isto é natural, porque, para facilitar o estudo dos números, a Maçonaria faz uso de emblemas, para atrair a atenção sobre as suas propriedades essenciais.
E assim deve ser, porque nada do que é sensível pode ser admitido a representar a Unidade. Com efeito, nós só percebemos fora e em volta de nós diversidade e multiplicidade. Nada é simples na Natureza, tudo é complexo. No entretanto, se a Unidade não nos aparece naquilo que nos é exterior, parece, pelo contrário, residir no nosso íntimo.
Todo o ser pensante tem a convicção, o sentimento inato de que é um.

Esta unidade, que está em nós, se manifesta por sua vez na nossa maneira de pensar, agir e sentir.
Nossas idéias, levadas ao pensamento de um todo harmônico, fazem nascer em nós a noção do “Verdadeiro”. E, sem dúvida, este é o talismã mais precioso que pode possuir o iniciado, quando condensa o seu ideal no Justo, no Belo e no Verdadeiro, simbolizados no candelabro de 3 luzes que ele vê sobre o Altar do Venerável, ideal que é o pólo único para o qual tendem todas as aspirações humanas.
Como Ramée, O. Wirth diz que o binário é o símbolo dos contrários, da divisão e recomenda que não deve o neófito estacionar no número dois, pois que se condenaria a luta estéril, a oposição cega, a contradição sistemática, etc.; ficaria o neófito, em suma, escravo desse princípio de divisão que a Antigüidade simbolizou e estigmatizou sob o nome “Inimigo” (Agramaniu, Cheitan, Satan, Mara, etc.).
Foi então necessário proceder a conciliação dos antagonismos, “condensando no Ternário o Binário e a Unidade”. Três, é o número da Luz (Fogo, Chama e Calor). Três são os pontos que o neófito deve se orgulhar de apor ao seu nome, em que pese aos nossos adversários ignorantes, quando pensam nos ridicularizar com o epíteto de – Irmão três pontinhos!
Estes três pontos, como o Delta Sagrado, são um dos nossos emblemas mais respeitáveis.
Eles representam todos os ternários conhecidos (dos quais falaremos mais adiante) e especialmente as três qualidades indispensáveis ao Maçom:

VONTADE, AMOR OU SABEDORIA, INTELIGÊNCIA

Estas qualidades são absolutamente inseparáveis uma das outras e devem existir, em equilíbrio perfeito, no candidato à Iniciação, para que ele possa ter uma Iniciação
real, vivida e não emblemática.
Se não vejamos:
Experimentemos, por um momento, separar estas qualidades uma da outra e veremos, sempre, que elas caracterizarão o desequilíbrio.
Suponhamos um ser dotado unicamente de vontade, de energia, porém sem o menor sentimento afetuoso e desprovido de intelectualidade. Que resultará?
Um verdadeiro bruto.
Dotemos agora alguém de Inteligência e arranquemos-lhe a Vontade e a Sabedoria, que é a expressão do Amor; teremos o pior dos egoístas e dos inúteis, um terreno onde a “boa semente” não germinará e que as ervas daninhas em breve inutilizarão. Demos, finalmente, ao homem unicamente o Amor (Sabedoria), sem sombra de Vontade ou de Inteligência.
Sua bondade será inútil, suas melhores aspirações serão condenadas à esterilidade, porque não são postas em ação por uma Vontade forte agindo sob o controle da Razão.
Tomemos agora, por pares, essas virtudes:
Dotemos, ao mesmo tempo, uma criatura de Vontade e de Inteligência, mas tiremos todo o sentimento afetuoso em relação aos seus semelhantes. Esse homem poderá ser um gênio, mas será também, muito provavelmente, um monstro de egoísmo e, como tal, condenado a desaparecer.
Suponhamos, agora, um ser dotado de Coração e de Inteligência, mas sem vontade, sem energia. Teremos uma criatura mole, de caráter passivo, que certamente não fará mal a ninguém, que terá mesmo belas aspirações, um ideal elevado, mas nunca chegará a realizá-lo, por falta de energia. Em suma: um inútil.

A Energia unida ao Amor daria melhor resultado, porém, a falta de Inteligência impedirá sempre o ser bom e ativo, de fazer obra verdadeiramente útil, porque o discernimento, que é função da Inteligência, Ihe faltará. E ele não poderá aplicar suas belas qualidades, correndo mesmo o perigo, sob a direção de um mau intelecto, de tornar-se um servidor das forças do Mal, por falta de discernimento.
Vede, pois, meus IIr∴, que todo o Maçom que quiser ser digno desse nome, deve cultivar igualmente estas três qualidades, representadas pelos três pontos, (∴) que se apôe ao nome, quais as três estrelas que brilham ao Or∴ da Loja.
O ternário pode, ainda, ser estudado sob múltiplos pontos de vista, dos quais citaremos apenas os principais, que são:

  • Do tempo: Passado-Presente – Futuro
  • Do movimento diurno do Sol: Nascer – Zênite – Ocaso
  • Da Vida:
    Nascimento Existência-Morte-
    Mocidade – Madureza- Velhice
  • Da Família:
    Pai – Mãe – Filho
  • Da constituição oculta do Ser: Espírito – Alma – Corpo
  • Do Hermetismo:
    Archeo – Azoth – Hylo
  • Da Gnose:
    Princípio – Verbo – Substância
  • Da Kabbalah Hebraica, da qual são tiradas as pp∴ ss∴ e de p∴ da Maçonaria:
    Keter (Coroa) – Hockma (Sabedoria) – Binah (Inteligência)
  • Da Trindade Cristã:
    Pai – Filho – Espírito Santo
  • Da Trimurti hindu:
    Brahma – Vishnu – Siva
    Sat – Chit – Ananda
  • Ainda na Índia, dos “Três Gunas”; ou qualidades inerentes à Substância Eterna(Maia):
    Tamas (Inércia) – Rajas (Movimento) -Sattva (Harmonia)
  • Do Budismo:
    Buda ( Iluminado ) – Darma (Lei) – Sanga ( Assembléia dos fiéis)
  • Do Egito:
    Osíris – Íris – Horus
    Amon – Mouth – Khons
  • Ainda no Egito, do Sol:
    Horus (Nascer) – Rá (Zênite) – Osíris (Ocaso)
  • Da Caldéia: Ulomus (Luz) – Olusurus (Fogo) – Eliun (Chama).
    E ainda muitos outros ternários, cuja explicação se afastaria dos moldes desta instrução.
    Em toda a parte se encontra o número três, o Ternário, do qual o Delta Sagrado é o
    mais luminoso e, talvez, o mais puro emblema e, nas Lojas Maçônicas, ainda é simbolizado pelos três grandes Pilares:

SABEDORIA,FORÇA BELEZA

Que representam as Três Grandes Luzes colocadas sobre o Painel da Loja, a primeira no Oriente, a segunda no Ocidente e a terceira no Sul, de acordo com a orientação das “Três Portas” do Templo de Salomão.

O NÚMERO QUATRO

No centro do Delta Sagrado está colocada a letra IOD, inicial do Tetragrama (4 letras) IEVE, símbolo da Grande Evolução ou – “do que foi” – “do que é” – “do que será”.
O Tetragrama IOD – HE – VAU – HE, apesar de se compor de 4 letras, tem somente 3 diferentes (IOD-HE-VAU), para simbolizar as três dimensões dos corpos: comprimento, largura e altura ou profundidade.
A letra VAU, cujo valor numérico é 6, indica as 6 faces dos corpos.
O Tetragrama, com as suas 4 letras, tem afinidade com a Unidade, pois 4 e 1 são quadrados perfeitos, porém, só tem três letras diferentes para indicar que, a partir de 3, os números entram numa nova fase. Finalmente, o Tetragrama lembra ao Aprendiz que ele passou pelas quatro provas dos Elementos: Terra – Ar – Água – Fogo. Colocado a Nordeste da Loja, ele vai recomeçar estas 4 provas, no caminho para o 2º grau; porém, desta vez, tendo recebido a Luz e podendo caminhar só, no Templo – embora ajudado pelos conselhos fraternais de seus IIr∴ e pela experiência dos seus instrutores. Enfim, responsável por si mesmo, seus pensamentos, suas palavras e seus atos devem sempre demonstrar que tem consciência do Juramento que prestou ao ter ingresso no Templo do Ideal, cujo serviço aceitou livremente, sem constrangimento nem restrição de espécie alguma.

Ven∴ Mestre, está terminada a 5ª instrução.

Ven∴ – IIr∴ Aprendizes, lede e meditai profundamente sobre esta instrução; ela vos abrir os olhos aos problemas mais transcendentes, cujo estudo ainda não vos é permitido, mas que se apresentarão, de certo, ao vosso espírito, fortificado e esclarecido com a simbologia dos números.

(!) Repousemos, meus IIr∴.

BANQUETES

Os banquetes se realizarão, sempre, no grau de aprendiz maçom, para que todos os membros da Loja possam dele compartilhar. A sala em que se realizar deve ficar ao abrigo das vistas profanas.
A mesa, sempre que possível, será uma única, em forma de ferradura, com a face interna livre, por onde se fará o serviço. Os Irmãos sentar-se-ão em torno, pelo lado externo, ficando o Venerável Mestre no centro, o 1°Vigilante na extremidade do norte e o 2°Vigilante na do Sul. À direita e esquerda do Venerável Mestre ficam os convidados. O Orador senta-se ao Sul, em seguida ao 2º Vigilante; O Secretário, ao Norte,
logo depois do 1°Vigilante. O M∴ de CC∴, para maior regularidade e ordem, fica à direita do 1°Vigilante, na face interna da mesa. Os demais oficiais e irmãos não têm lugares fixos.
Se, porém, a mesa não comportar na face externa todos os presentes, poderão se sentar os irmãos no lado interno, eqüitativamente distribuídos a partir dos Vigilantes.
Todos os objetos de mesa deverão ser colocados em filas equidistantes e paralelas.
A 1º, mais próxima dos irmãos, de pratos e talheres; a 2º, de copos e taças; a 3º, de garrafas e a 4º, de flores e enfeites, etc.
Em todos os Ágapes há brindes obrigatórios, sendo o primeiro feito pelo Venerável Mestre, a cujo critério fica o início dos brindes, que serão anunciados, após um golpe de malhete, pelo M∴ de CC∴. Durante os brindes cessam as mastigações. Os brindes obedecerão à seguinte ordem que não pode ser alterada:

1º – Ao chefe da Nação e ao Governo, pelo Venerável Mestre.

2º – À Seren∴ Gr∴ Loj∴ e a seu Gr∴ Mestre, por um Ir∴.

3º – À Loja e a seu Venerável, por um Ir∴.

4º – Aos llr∴1º e 2º Vigilantes, por um Ir∴.

5º – Aos llr∴ Visitantes e às Lojas da Obediência, pelo Orador.

6º – Aos Oficiais e demais llr∴ da Loja, por um Ir∴.

7º – O IIr∴ infelizes e sofredores espalhados pelo, pelo mais moderno IIr∴ do quadro.
Se houver algum brinde especial, este será feito logo depois do 2º.
O anúncio dos brindes feito pelo Ir∴ M∴ de CC∴ será o seguinte: O Ir∴F……. vai levantar o brinde em honra a…… .
O último brinde, porém, será anunciado com todas as formalidades pelo
Ven∴ Mestr∴ e VVig∴, devendo, durante ele, reinar o mais absoluto silêncio. O Ir∴ que o fizer, falará detrás da cadeira do Venerável Mestre. Terminada essa oração, findará o Banquete em absoluto silêncio.

Obs: este é o banquete normal do ágape, importante observar e estudar os rituais de banquetes ritualísticos, ou Loja de Mesa.

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